segunda-feira, 22 de outubro de 2012

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

sexta-feira, 7 de setembro de 2012


Sobre bruxos e bruxas da história.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012


Para "capa" do facebook!

domingo, 22 de julho de 2012

Imagem feita por mim para divulgação!

quinta-feira, 19 de julho de 2012


"Gladiador"
A Sede de Poder dos Humanos


Bravos conquistadores, os seres humanos dominam grande parte do planeta de Medúnia, lutando pela paz e justiça, prezando pelos fracos e governando prudentemente, espalhando ideais de igualdade, prosperidade e fraternidade.

Sim, os humanos são bem conhecidos por isso, mas são vistos de outra forma por aqueles que mais necessitam de suas virtudes.

Sedentos por poder, fazem qualquer coisa por ele! Não poupariam nada nem ninguém por uma mísera migalha de glória. Frágeis e corruptíveis, os humanos se entregam facilmente a seus desejos em sua inclinação para o mal. São em grande maioria, corruptos, egoístas e arrogantes. Governam sobre uma grossa cortina que mascara seus verdadeiros interesses.



Mas sempre existem aqueles que se destacam apesar de tudo, dentre o lamaçal sempre surgem aqueles que quebram esses paradigmas justamente pela humanidade de sua natureza. Grandes heróis que realmente lutam pelos mais nobres ideais. Humanos são capazes de grandes proezas por sua força de vontade, logo, os heróis que surgem marcam história, memoráveis campeões capazes de enfrentar qualquer coisa e vencer!

Existem duas características sobre a etnia dos homens, suas famílias se dividiram entre o cajado e a espada.

Se for um abastado ou simplesmente possuir muita sorte, pode ganhar todo o respeito das nações de reis humanos se tornando um nobre cavaleiro do velho código ou um erudito arcano; se desejar ter aceitação dos templos de milhares de deuses venerados por eles, torne-se um cavaleiro; se desejar conhecer o oculto e adquirir poder além da compreensão, torne-se um mago. Contudo, é bom que você seja um humano, pois só assim se têm reconhecimento dentre eles; se não for assim, viva da simplicidade, desfrutando do básico para sobreviver atrás dos portões de seus reinos.



domingo, 8 de julho de 2012

"Hellboy2 - O Exército Dourado"
A Linhagem Sublime

Criaturas elevadas e misteriosas; respeitadas por todas as demais etnias como a mais excelente! A beleza incomparável é perfeitamente proporcional ao intelecto adquirido através das centenas de anos em que vivem. Uma criança possui a infância de cem anos em sintonia com a importantíssima cultura de seu povo, e isso é só o começo, pois elfos conseguem viver tanto quanto trolls! Isso os torna amantes da vida e da paz, contudo, a excelência dos traços raciais refletem de forma admirável em forma de guerra.

Elfos são conhecidos como criaturas que raramente ousam de táticas ofensivas em combate, seus exércitos são treinados para que entendam que uma vida élfica perdida são centenas de anos desperdiçados de história, logo, raramente sofrem baixas.

Essas criaturas possuem códigos e leis exclusivas para a raça. Por exemplo, apenas seus tribunais os julgam! Nenhuma das outras raças possui o direito de julgar ou condenar um elfo; pois, nenhuma etnia é tão sublime a ponto de condenar um deles (lei élfica). Existe uma gama de leis que funcionam exclusivamente para elfos, trazendo grandes benefícios para aquele que teve a sorte de nascer como um!

A espiritualidade está tão vinculada a raça que raramente deixam de acreditar em algo, geralmente, se dedicam as emanações naturais de sua casa, tornando-se drúidas, discípulos da vida; retiram toda a sua sabedoria através da contemplação animista da mesma.
Se relacionam bem com seus parentes mais próximos, os humanos; casamentos entre as raças chegam a ser celebrados em reinos élficos com muita honra, no entanto, todos sabem que isso significa que os benefícios exclusivos garantidos pelas leis élficas são abandonados por aquele que se une com humanos. Sabe-se que esses relacionamentos geram crianças comparadas a nephilins, belos como elfos, sábios como humanos.

Existem muitos clãs dentre eles, mas todos são considerados iguais as sombras das azas de suas leis. No primeiro livro, conheceremos os elfos de Flórem, habitantes das altas árvores, e elfos da Lua de Vidro, que se diferem de seus irmãos de Flórem por habitarem montanhas e possuírem a pele extremamente clara, assim como seus cabelos e olhos.
É curioso o fato de que elfos refletem muito facilmente a natureza que os cerca, logo, os elfos da Lua de Vidro são como a lua que nasce de forma única dentre suas montanhas.





Um mestiço de elfo e humano. (autor desconhecido)



Elfos negros,

transformados devido ao contato prolongado com bruxaria.



M.E.C.LARRÚBIA

quarta-feira, 4 de julho de 2012

"Senhor dos Anéis." (J.R.R.Tolkien)

O Sangue Primitivo


Na história, orcs possuem um papel muito importante, já que são a raça de primitivos que está no topo como a mais temida. Contudo, dividem o segundo lugar entre as criaturas mais mortais com os selvagens gnows, seus parentes; acima deles estão os trolls, trasgos e yetis, criaturas gigantes, mas não tão carregadas de rancor.
Os primitivos consistem de uma genealogia forjada pela guerra, apesar de todos serem parentes, orcs são mais próximos de trasgos e góblins; mas todos carregam a fisionomia do ódio. Os orcs que não são mercenários se unem ao exército de Orgoth, que defende o patriotismo e a linhagem primitiva,
alistando qualquer que deseje lutar ao seu lado. Imbatíveis em combate, gerações e mais gerações de sangue derramado pela guerra os esculpiu e os preparou para a morte de tal forma que todos vivem pelo orgulho de morrer em combate, o que não é nada fácil. Seus corpos acostumados com os flagelos de sua terra sofrida são como ela; vivem de uma rotina sangrenta de guerras contra seus irmãos em sua própria casa, orcs e aliados de Orgoth disputam o oeste de Medúnia com seus parentes mais distantes; A Legião dos Imortais, trolls das montanhas; As Sombras de Carcaçar, gnows sob liderança da matriarca Víscera; As Pegadas de Magyro, yetis nas montanhas geladas do norte, sem mencionar os elfos, inimigos desde o princípio. Disputam a terra que pertencia ao patriarca da raça primitiva, que seria entregue como herança para aquele que a conquistasse.
O mundo de Medúnia agradece aos elfos de Flórem, que graças as árvores e as flechas, dificultam a saída dessas raças de suas terras, pois se assim não fosse, o ocidente seria tomado por sua sede de sangue, tal como o mundo inteiro!
E os elfos de Flórem, bem sabem disso, e o mundo também.
"Por Antonesko."
A beleza feminina da raça.














"Cursed King por Hgjart."
Ilustra muito bem um mestiço,
orc/humano.



M.E.C.Larrúbia.

sábado, 30 de junho de 2012

Entrevista para o blog Pura Liberdade.

Blog Pura Liberdade.

Nome: Matheus Emilio Campos Larrúbia Idade: 26
Facebook | Skoob
Livro de estreia: A Jornada das Cem Mil Léguas. Lançamento previsto para Maio ou Junho/2012 pelaDracaena.
Capa do livro

Faça uma “Sinopse” sobre você!
Um sonhador que desconsidera obstáculos, que detesta quebrar promessas, que vê beleza onde muitas vezes não existe e que adora ser desafiado. Considerado lunático por quem não conhece, uma personalidade cômica entre amigos; convertido á seis anos, servo de Deus, teólogo recém-formado. Um humano fraco e falho que luta contra si procurando acertar as pegadas na estrada para o paraíso.

Fale sobre seu lançamento atual, A Jornada das Cem Mil Léguas, narrando um curta além do que já conhecemos na sinopse! Esta é a hora de provocar os leitores e instigá-los a lêem sua obra.

A Jornada das Cem Mil Léguas narra a procura de cinco jovens pela realização de seus sonhos impossíveis. Acontece em um mundo de fantasia chamado Medúnia, no decorrer da história essas cinco personalidades bem distintas acabam por descobrir algo que traz a realidade “coisas” que não existem, a fé; e junto com a fé acabam por descobrir um deus exclusivo e excêntrico, único em um mundo onde prevalece a religiosidade e hipocrisia. E a fé é o único modo de combater uma poderosa criatura que descobriram no mundo, tão misteriosa e incompreensível quanto o deus esquecido que descobriram ser o verdadeiro criador. É uma historia escrita com o coração, possui forte conotação cristã que demonstra os frutos da fé numa realidade paralela a nossa; a jornada está embasada na verdadeira sabedoria vinda do livro dos livros, é um projeto de evangelismo criativo que explora conceitos teológicos, que ajuda o leitor a ter uma concepção sólida e real de Deus e a simplicidade da fé livre de religiosidade.

Suas expectativas como autor?

“Pregar o evangelho a cada criatura.” Meu ministério como teólogo é expandir a mensagem de Deus no coração das pessoas de forma criativa, sincera e atraente; da mesma forma que Jesus fazia.

Como nasceu a paixão pela literatura?

Desde pequeno eu já escrevia algumas coisas nas aulas de português, mas por um longo tempo na vida eu me dediquei ao desenho. Tentei por três vezes design gráfico mas nas três, a redação acabara por tirar a minha vaga, foi então que espontaneamente ingressei em teologia e Deus me pôs a trabalhar na área em que acabou por me tirar a vaga do design.

Em que autores e obras você costuma buscar inspirações? O que, além disso, te inspira na hora de escrever?

No caso da Jornada, a bíblia; o que mais me inspira é o valor, a bravura; a idéia dos extremos, da “vitória sobre a derrota eminente”. Heroísmo, sentimentos fortes e verdadeiros, a amizade, me inspiram também a eficácia da simplicidade sobre a complexidade da razão, sem abandonar essa última.

Fale-nos um pouco sobre o seu recente lançamento, A Jornada das Cem Mil Léguas, em relação a você como autor!

A história esteve em minha mente durante anos, e se recusava a sair, todas minhas inspirações artísticas eram voltadas para ela, quase que inconscientemente. A minha conversão influenciou por total a história que antes era apenas um enredo para rpg num mundo fantástico com objetivos fúteis, foi então que ao decorrer da narrativa ela foi tomando rumos inesperados se tornando o que é; essa história esteve em mim até que no primeiro ano de teologia eu obtive a resposta de Deus para colocá-la de fato no papel; usei muito do que aprendi nos quatro anos de faculdade. São mais de mil e setecentas páginas de Jornada, e até o final que ainda não passei para o papel creio que chegue a duas mil divididas em sete ou oito livros.

O que o livro lhe trouxe de experiência? E como foi escrevê-lo?

Escrever essa história me trouxe paz de espírito, sensação de missão cumprida, mas ao mesmo tempo exigiu e exige trabalho para realçar cada trecho de forma mais profunda possível para que o leitor compreenda certas mensagens úteis para a vida, a Jornada está repleta delas.

Qual foi a experiência como primeira vez escrevendo/lançando um livro?

A Jornada tem sido o meu primeiro trabalho a quatro anos; uma vez comentei com uma amiga sobre a história, comentava como os heróis haviam crescido sem que eu percebesse até onde eu estava escrevendo naquele momento depois de anos, antes eles eram tão jovens, inexperientes e sonhadores. E agora eles eram reis, bravos heróis cheios de fé e vontade para realizar os seus sonhos impossíveis tentando realizar os sonhos dos outros. Ela me disse algo que guardarei para sempre: - Os personagens da história cresceram junto com você.

Alguns autores enfrentam ainda as barreiras que há para conseguir publicar um livro com uma editora boa, mesmo que já vivamos anos de conquistas em nossa literatura nacional. Diga-nos como é, ou foi sua trajetória para publicar seus livros!

Depois da conclusão da faculdade e antes de escrever de fato o final da história, comecei a revisar tudo desde o começo, daí, enviei o primeiro livro a duas editoras antes de continuar a revisar o segundo, ele passou por a avaliação e recebeu sinal verde da primeira das que enviei, a Dracaena. O obstáculo a qual estou “destruindo” no momento é o orçamento profissional do primeiro livro, estou trabalhando como distribuidor do livro e tudo até agora tem ido bem!

O que anda escrevendo? Você já possui futuras obras em mente? Quais? Conte-nos um pouco delas sem revelar muito!

Como já disse, estou trabalhando no final da história, que pelo que parece vai ser o trabalho mais desafiador, mas já tenho histórias já prontas com o mesmo intuito de conotação cristã em outras áreas consideradas tabu pelas igrejas:

A face oculta da lua: E se o homem não for a única criação divina? E se realmente existe algo distante tão perto de nós? Qual deveria ser o papel do homem para com esses seres? O personagem descrente e depressivo dessa historia possui uma filha em estado terminal; uma noite na estrada ele testemunha um estranho acidente entre carros e encosta para ajudar, pois viu uma criança jogada ao asfalto, sem tempo, ele tenta levar a criança em busca de socorro lembrando de sua filha, acaba por descobrir que é um alien, temendo pela vida da estranha criatura ele a leva para sua casa e tenta cuidar dela sem que as autoridades saibam, nesse espaço de tempo os dois aprendem muito sobre humanos e aliens um com o outro, mas existe algo que a criatura não entende mesmo estudando os humanos durante tanto tempo, o maior segredo dos humanos, o amor, e a saga do personagem começa por ai, fazer o alien entender o maior segredo dos humanos para que o alien revele seu maior segredo para salvar a sua filha, sendo que o tempo é curto pois o alien está ferido e o oxigênio é venenoso a ele.

Paradigma: Uma história de terror psicológico que acontece num manicômio muito famoso, onde um paciente especial sofre de uma nova patologia , uma espécie de paranóia que ninguém consegue diagnosticar. Esse paciente que sofre constantemente de alucinações insiste que o mundo só irá conhecer a verdade se este passar por uma rachadura em seu quarto em especial onde ele encontra paz e se torna manso quando compenetrado na da parede. Acontece que surge alguém disposto a entender o louco e não curá-lo, e este conseguirá passar pela rachadura na parede e entrar num misterioso mundo que só os insanos compreendem, isso por que o que as pessoas entendem como são é vazio e vão; sendo assim a realidade que se vive é loucura, e loucos são aqueles que se consideram normais sendo o que são.

O ladrão de bíblias: Um ricaço que conseguiu desfrutar de tudo na vida caiu em desilusão, sua vida se tornara insípida, a única coisa que ele ainda não havia provado era o que mais detestava, Deus. Acontece que o personagem era um erudito por assim dizer e havia feito muito dinheiro com as certezas de sua sabedoria; considerava Deus um delírio, e desejou provar a si mesmo explorando os supostos reflexos de Deus nas igrejas, os “crentes”. A forma mais comum e simples de seus testes era roubar deliberadamente bíblias em busca de salvação no meio dos cultos e observar a reação dos hipócritas. Ele tinha um plano mórbido em mente antes de se suicidar que envolvia bombas e lanças chamas, iria por um fim em todas as igrejas reprovadas por seu teste, contudo, ele encontra em seu caminho uma pessoa incomum que num simples gesto o fez abrir os olhos para entender que muitos são os chamados, mas poucos os escolhidos.

Agora fale em relação a você para as suas obras! Tipo... O que de você tem nelas? Alguma personagem que revele um pouco de sua personalidade dentro das suas histórias (fale um pouco sobre essa personalidade)?

Bem, no caso da Jornada das Cem Mil Léguas eu me preocupei em criar personagens que normalmente revelam as facetas dos leitores; a história em si tem um pouco de mim no âmbito de deixar claro que nem num mundo de fantasia você pode contar com mágica para resolver seus problemas. A história foi escrita com o pé no chão mesmo sendo num mundo de fantasia; mas posso ter transferido um pouco de mim para algum personagem, quem sabe, “Blimp, o góblim que sonhava ser um piadista para causar sorrisos” ou o maior vilão “Kodá, uma criatura incompreendida, misteriosa e fria” ou mesmo “Cheddar Longsword, um covarde com coração heróico que nem ao menos consegue se declarar para sua amada”.

Se não fosse escritor, qual carreira seguiria?

Qualquer outra na arte, qualquer tipo; já pensei em um bocado de coisas que faria por ela, afinal, do que seria o mundo sem arte.

Alguém já te criticou quando você disse “quero ser um escritor (a)?

Sempre tem quem te puxe pra baixo, mas quanto menor são os obstáculos mais longos são os saltos.

Quais foram os livros que mais marcaram a sua vida? E os personagens? Ninguém marcou tanto quanto Jesus, isso eu posso te garantir. Do que você gosta: Livro predileto? Autor? Personagem? Algum filme também?

Eu tenho olhar crítico quando gosto de algo, desde moleque sou louco pelo tema fantasia, sendo assim todos os livros famosos como Senhor dos Anéis, Narnia, Harry Potter dentre outros são os que mais me fazem viajar e criticar. Mas também curto muito o tema “trevas”, como o mito do vampiro explorado pela White Wolf e etc. Boto pouca fé em filmes hoje em dia, os que gosto geralmente são do ano 2000 para trás.

O que te inspira na hora de escrever?

Escrever como se estivesse os vendo, ver como se estivesse naquele momento. Lógico, o maior sonho de um contador de histórias além de conhecer as suas criações é vê-las, num cinema, quem sabe. A tendência é pensar grande, sendo assim, para mim tornar viva a história no coração das pessoas já é o suficiente.

Fale sobre a capa do seu lançamento atual? E deixe os créditos ao capista!

Bem, a capa do primeiro e segundo livro foi confeccionada por mim. Mas teve de ser descartada devido aos padrões da editora Dracaena. Mas lhe dou certeza que a cor negra ou verde farão parte dela, já que têm grande significado na história.

Este espaço é seu. Diga o que quiser: agradeça, divulgue! Você decide.

Gostaria de dizer que estou batalhando para tornar a Jornada das Cem Mil Léguas uma realidade nas mãos e corações das pessoas, estou trabalhando como distribuidor da obra e quem desejar é só falar comigo; espero que gostem e que guardem no peito a real mensagem da história, com o detalhe que algumas das curiosidades da mesma terão de ser descobertas pelos próprios leitores que acompanharem a Jornada trilhada pelos sonhos, isso por que os sonhos são a força da vida, e se algum deixa de sonhar, deixa de viver.

Eu agradeço muito a entrevista e peço que deixe uma mensagem para os leitores:

Agradeço a você pelo convite da entrevista e aos futuros leitores, vocês são um dos maiores motivos de eu nunca ter desistido desse sonho.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Os Personagens Segundo o Autor




Primeira imagem do personagem.


Aqui está uma das relíquias da Jornada das Cem Mil Léguas, a primeira imagem do personagem que até então era interpretado por Gabriel Lacayo, aquele que batizou Jullius Forrest. E o primeiro desenho do personagem feito pelo autor, possui quase dez anos. Eu havia prometido manter os nomes dos personagens caso a história se tornasse real, bem, promessa cumprida.
Jullius Forrest é um aventureiro sonhador que não enxerga as coisas como a maioria das pessoas, isso de certa forma o torna especial em seu mundo, que apesar de mágico possui grande dose da realidade que conhecemos; Jullius é o mais esperançoso e virtuoso dos personagens, nunca desiste de seus objetivos mesmo sendo impossíveis, por isso, a maior missão foi entregue em suas mãos, pois jamais desistirá de acreditar em qualquer coisa que faça sentido e que realmente valha a pena para ele.


Entrevista com personagem.


Fale um pouco sobre você.

Meu nome é Jullius Forrest, tenho vinte e um anos; atualmente vivo em Flórem com meus pais adotivos. Fui criado como elfo mesmo sendo humano; os elfos são seres interessantes quando se aprende a lhe dar com eles. Estou quase sempre no templo de Terrora, aprendendo sobre os segredos da Matre Terrena, para me tornar um genuíno druida... embora os elfos não concordem muito com isso.

Fale sobre seu mundo, Medúnia.

Medúnia é um incrível mundo repleto de segredos inimagináveis; tudo que se sabe dele hoje pode mudar amanhã. Já li muito sobre sua biologia, costumo decorar as formas de vida catalogadas; já foi comprovado que muitos mitos que se tem sobre Medúnia são o que são, mas a grande maioria deles contam com testemunhas oculares, criaturas fabulosas, exclusivas esferas de vida, seres lendários, formas de vida colossais! De fato eu não vi muito em vida, apenas cães de rua e pássaros nativos de Flórem, mas tenho facilidade em acreditar no que aprendo. Enfim, Medúnia é como uma misteriosa flor não catalogada, a primeira vista é apenas uma flor, até que esta desabroche e mostre a beleza de suas cores!


Você possui algum hobby? Alguma mania?

Sim, acreditar nas pessoas.

Fale sobre seu maior medo.

Bem, não é uma questão muito fácil, é meio complexo; tenho medo da morte, mas não da morte em si; por que ela faz parte da vida...

Qual a maior loucura que já fez na vida?

Ser criado e crescer ao lado de um lobo selvagem conta?

Quais os seus planos para o futuro? E por que.

Ser respeitado como druida, e conquistar cidadania élfica! Por que amo minha pátria, apesar dela nem saber que eu existo.

Fale sobre as pessoas que você mais ama.

Há sim, Helelael e Samilana, meus pais adotivos; élfos de sangue puro que me presentearam com seu amor infinito, e comigo aceitaram criar meu irmão, um lobo; Agrio, que antes vivia ao meu lado na floresta quando éramos “filhotes”. Jamais poderei pagar aquilo que devo a eles.

Fale de um arrependimento.

Arrependimento... acho que me arrependo por nunca ter sentido saudades de meus verdadeiros pais. Mas não tenho culpa, não sei nada sobre eles... sempre acreditei ter nascido de lobos quando criança.

Quando me olho no espelho, eu vejo?

Detesto espelhos!

Por que se tornar um herói popular?

Para que todos os elfos consigam pronunciar corretamente o nome humano que meus pais élfos me deram. É Julius Forrest! E não Foréste!

Fale sobre seu maior sonho.

Um mito élfico sobre a Árvore Alpha, a mãe de todas elas. Dizem que cada uma de suas folhas possuem propriedades mágicas diferentes; vou catalogá-la, vou provar que o mito élfico é real! A vida possui um ponto de partida, e é isso que eu vou descobrir! Nem os elfos acreditam nisso, dizem que sou um típico humano egocêntrico por acreditar; mas como não sou elfo como dizem, as coisas se tornam mais fáceis.

E por que acredita que isso é possível?

E por que não acreditar?

Uma frase ou ditado que fale sobre você por si mesmo.

“Coma o fruto, guarde o caroço!”, é um ditado élfico, parece presunçoso aos olhos maus, mas generoso aos bons.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Book Trailer feito pelo autor.


Book Trailer feito por mim, nada oficial ainda; mas ajuda a vislumbrar bem o que está por vir.